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sábado, 21 de julho de 2012

Os 10 mandamentos para uma boa redação!


Para se dar bem na redação, alguns mandamentos devem ser seguidos!

Conhecemos os 10 mandamentos de Deus que nos alerta sobre pecados que atrapalham nossa vida e podem ter consequências gravíssimas! Assim também acontece na redação, há erros bastante cometidos pelas pessoas, sem maiores preocupações! Mas é bom ficar alerta, pois o julgamento das bancas é rigoroso e não há ninguém que possa corrigir seus erros depois! Então, em um trocadilho com as leis bíblicas, o ideal é se arrepender enquanto pode e não cometê-los mais!

Vejamos os dez mandamentos para que sua redação surpreenda a banca:

1) Não escreva difícil, usando palavras para parecer que sabe de tudo! Prefira uma linguagem mais simples. Não falo aqui do uso de coloquialismo, sem restrições!

2) Críticas sem fundamento, sem objetivo não devem ser feitas. A análise sobre algo deve ser realizada baseada em fatos, acontecimentos reais. Sempre aponte soluções coerentes para os problemas levantados.

3) Uso de palavrões, jargões, gírias e coloquialismo é proibido!

4) A linguagem do msn ou orkut deve ficar em casa. Nunca abrevie palavras: vc, qdo, msm, dentre outras. Exceção: etc.

5) Não faça repetição desnecessária de palavras! O texto fica enfadonho e pobre, pois o leitor verá que você não tem muita leitura, uma vez que não tem muito vocabulário. Use sinônimos: menina, garota, criança, guria.

6) Não “encha linguiça”, como dizem! Uns dizem coisas sem sentido, outros falam a mesma coisa várias vezes, de vários modos. Seja objetivo, claro. Melhor qualidade do que quantidade. No entanto, processos seletivos exigem o mínimo de 15 linhas. Escreva sobre algo que você tenha conhecimento. Baseie-se (não copie) em um texto da coletânea, nas ideias expostas ali. Faça um parágrafo para introdução, um para o desenvolvimento e um para a conclusão, pelo menos!

7) Não esqueça a cedilha no “c”, o cortado do “t”, o pingo do “i”, as letras maiúsculas em nomes próprios!

8) Coloque ponto final! Começou um novo argumento, uma nova ideia? Coloque ponto final e não vírgula! Os períodos ficam tão confusos que o leitor não sabe nem mais qual é o assunto inicial ou quem é o sujeito do período!

9) Faça a concordância verbal. Se o sujeito está no plural, o verbo também deverá estar! Ficou em dúvida? Leia a oração e identifique o sujeito, quem pratica a ação.

10) Releia o texto! É impossível tentar organizar melhor o texto, corrigir os erros e tirar nota boa sem reler o que se escreveu! Detalhe: Coloque-se no lugar de um leitor que não sabe nada sobre o assunto abordado em seu texto e se pergunte: Será que ele entenderia sobre o que estou escrevendo e o meu ponto de vista?

Saiba que mandamentos foram feitos para serem seguidos, mas não como obrigação ou por imposição, mas para nosso bem! Pense nisso!

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

Os 10 erros mais cometidos em redação


Para se fazer uma boa redação alguns conhecimentos são necessários!

Há alguns equívocos muito comuns em redações e, por este motivo, estão no patamar dos mais cometidos. Mas isso ocorre apenas por falta de conhecimento, portanto, uma vez informados, os estudantes não voltam a cometê-los.

Vejamos, então, os 10 erros mais cometidos em redação: (não estão por ordem de importância)

1. “Fazem dez anos que não vemos tantas mudanças”. O verbo “fazer” no sentido temporal, de tempo decorrido ou de fenômenos atmosféricos é impessoal, ou seja, fica no singular: Faz dez anos... Faz muito frio...

2. “Houveram muitas passeatas nesta semana em prol da igualdade racial.” O verbo haver acompanha o mesmo raciocínio do verbo “fazer”, citado acima. No sentido de existir ou na ideia de tempo decorrido, o verbo haver é impessoal: Houve muitas passeatas... Há tempos não o vejo... Havia algumas cadeiras disponíveis.

3. “Para mim escolher, preciso de um tempo.” Na dúvida verifique quem é o sujeito do verbo. No caso, o verbo “escolher” não tem sujeito, pois “mim” não pode ser! O certo seria o pronome “eu”: para eu escolher. A expressão “para mim” só funciona quando é objeto direto: Traga essa folha para mim. Dessa forma, sempre diga e escreva: Para eu fazer, para eu levar, para eu falar, pois o verbo precisa de um sujeito!

4. “Esse assunto fica entre eu e você!” Quando a preposição existe, neste caso “entre”, usa-se o pronome oblíquo. O correto é: entre mim e você ou entre mim e ti. Portanto, use pronome oblíquo tônico (mim, ti, si, ele, ela, nós, vós, si, eles, elas) após preposição: falava sobre mim, faça por nós, entre mim e você não há problemas, falavam entre si.

5. “Há muito tempo atrás, comprei uma bicicleta.” O verbo “há” tem sentido de tempo passado, logo não há necessidade de adicionar “atrás”. Ou você escolhe um ou outro: Há muito tempo... Tempos atrás... Há dez anos... Dez anos atrás.

6. “Então, pegou ele pela gola.” Quando for necessário que um pronome seja objeto direto (pegou algo: ele), nunca coloque pronome pessoal, opte pelo caso oblíquo átono (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, se, os, as, lhes): Pegou-o, avisou-o, apresentei-a, levou-nos, ama-me, leva-nos.

7. Aonde você estava? “Aonde” indica ideia de movimento, enquanto “onde” refere-se somente a lugar. Portanto: Onde você estava? E Aonde nós vamos agora?

8. “A situação vinha de encontro ao que ele desejava.” Se é uma situação que a pessoa desejava, será: ao encontro de, expressão que designa favorecimento, estar de acordo. Já a locução “de encontro a” tem sentido de oposição, de choque: Ele foi de encontro ao poste.

9. “Esse ano vamos fazer diferente.” Se é o ano vigente, então use o pronome “este”, uma vez que indica proximidade: Esta sala de aula, esta semana está sendo ótima, este dia vai ser abençoado, este ano está sendo o melhor de todos, esta noite veremos estrelas.

10. O verbo “adequar” é defectivo, isso quer dizer que não é conjugado de todas as formas. Assim: Isso não se adéqua... Ele não se adéqua... Eu não me adéquo... são orações equivocadas. Outros verbos também passam por este tipo de problema, como: abolir, banir, colorir, demolir, feder, latir. O verbo adequar é correto e usado com mais frequência nos modos infinitivo (adequar) e particípio (adequado).

Por Sabrina Vilarinho

Graduada em Letras

Equipe Brasil Escola

Veja mais!

Defeitos de um texto - Defeitos que empobrecem o texto.

Redação - Brasil Escola




Dissertação!!


A todo instante nos deparamos com situações que exigem a exposição de ideias, argumentos e pontos de vista, muitas vezes precisamos expor aquilo que pensamos sobre determinado assunto.
Em muitas situações somos induzidos a organizar nossos pensamentos e ideias e utilizar a linguagem para dissertar.

Mas o que é dissertar?

Dissertar é, por meio da organização de palavras, frases e textos, apresentar ideias, desenvolver raciocínio, analisar contextos, dados e fatos. Neste momento temos a oportunidade de discutir, argumentar e defender o que pensamos utilizando-se da fundamentação, justificação, explicação, persuasão e de provas.

A elaboração de textos dissertativos requer domínio da modalidade escrita da língua, desde a questão ortográfica ao uso de um vocabulário preciso e de construções sintáticas organizadas, além de conhecimento do assunto que se vai abordar e posição crítica (pessoal) diante desse assunto.
A atividade dissertadora desenvolve o gosto de pensar e escrever o que pensa, de questionar o mundo, de procurar entender e transformar a realidade.

Passos para escrever o texto dissertativo

O texto deve ser produzido de forma a satisfazer os objetivos que o escritor se propôs a alcançar.
Há uma estrutura consagrada para a organização desse tipo de texto.
Consiste em organizar o material obtido em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.

- Introdução: A introdução deve apresentar de maneira clara o assunto que será tratado e delimitar as questões, referentes ao assunto, que serão abordadas.
Neste momento pode-se formular uma tese, que deverá ser discutida e provada no texto, propor uma pergunta, cuja resposta deverá constar no desenvolvimento e explicitada na conclusão.

- Desenvolvimento: É a parte do texto em que as ideias, pontos de vista, conceitos, informações de que dispõe serão desenvolvidas; desenroladas e avaliadas progressivamente.

- Conclusão: É o momento final do texto, este deverá apresentar um resumo forte de tudo o que já foi dito. A conclusão deve expor uma avaliação final do assunto discutido.

Cada uma dessas partes se relacionam umas com as outras, seja preparando-as ou retomando-as, portanto, não são isoladas.

A produção de textos dissertativos está ligada à capacidade argumentativa daquele que se dispõe a essa construção.

É importante destacar que a obtenção de informações, referentes aos diversos assuntos, seja por intermédio da leitura, de conversas, de viagens, de experiências do dia e dia e dos mais variados veículos de informação pode sanar a carência de informações e consequentemente dar suporte ao produzir um texto.

Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola


As partes da redação!!


• De forma resumida e bem objetiva, a redação deve ter três partes:

1. Introdução

2. Desenvolvimento

3. Conclusão

Mas como se dá cada uma delas? O que é necessário que elas tenham?

Vejamos, separadamente:

1. Introdução

O que é introdução, senão o ato de introduzir? Então, vejamos: introduzir é fazer entrar, fixar-se.

Não é por menos que o início do texto tem essa denominação, uma vez que é responsável por fazer com que o leitor queira adentrar, fixar os olhos e ler o restante do texto.

A introdução deve apresentar a ideia principal (tópico frasal) que será discutida não só no primeiro parágrafo, mas ao longo do texto!

Por ser o primeiro contato que o leitor tem com o escrito, a forma como a introdução é disposta é muito importante. Deve-se explorar o objetivo do texto em orações que atraiam o público-alvo. Importante é não se delongar muito nesta etapa, três linhas são o suficiente.

Lembre-se de que o texto começa pela introdução, na primeira linha. Portanto, escolha um título quando a produção for concluída, pois não há como saber com exatidão





2. Desenvolvimento

É o chamado “corpo do texto”, onde o tema escolhido é abordado e, como o próprio nome diz, desenvolvido. Após introduzir o tema, é hora de debatê-lo, através da exposição dos argumentos.

É necessário que as ideias estejam claras e exemplificadas, se for o caso. Nesta etapa, evite repetições de termos ou orações que tenham o mesmo sentido. Evite também períodos muito longos, pois tendem a tornar a leitura enfadonha, monótona. Além disso, pode fazer com que o escritor se perca em meio às suas próprias argumentações.

Não queira demonstrar mais do que sabe sobre determinado assunto, pois poderá cair no erro das repetições de ideias, exposto acima. E não é necessário “encher linguiça”, uma vez que qualidade é essencial, mas quantidade de argumentos não, tampouco de linhas: 18 a 22 linhas de desenvolvimento são suficientes!

3. Conclusão

Concluir é acabar, finalizar. Portanto, é o desfecho do texto. Muitos não dão importância para essa etapa, mas sem ela o texto fica vago, sem propósito.

Em um parágrafo, a conclusão deve reunir as ideias levantadas ao longo do texto, contudo, com um posicionamento por parte do escritor ou uma solução para um problema apresentado.

Nunca coloque: Concluímos que, Concluo que, Finalizando, Resumindo ou equivalentes na conclusão porque não é necessário que o escritor avise que irá finalizar o texto, já que esta etapa deve ser percebida pelo leitor e não alertada.

Por Sabrina Vilarinho

Graduada em Letras

Equipe Brasil Escola

COMO TIRAR NOTA BOA NA REDAÇÃO?



Você quer tirar nota boa nas redações? Seja na escola, no vestibular ou em qualquer outro concurso? É simples: é só ficar atento nos quesitos que os corretores levam em consideração! E para saber se está tudo certo, o próprio escritor é quem tem que se preocupar em fazer a revisão geral de seu texto, antes de passá-lo para o corretor!

Veja os aspectos principais que necessitam de serem revistos:

Quanto à forma:

• A letra legível: a letra ilegível é um obstáculo à leitura. É importante lembrar que “letra feia” não é sinônimo de letra ilegível, uma vez que pode existir letras não muito bem traçadas, mas que, no entanto, são lidas com facilidade.

• Margens e parágrafos: A escrita deve ir até a margem (final da linha), geralmente estabelecida por um traço vertical à direita da folha de caderno. Os parágrafos devem estar iniciados com espaçamento!

Quanto à gramática:

• Acentuação: Observe se acentuou todas as palavras corretamente!

• Pontuação: Revise as vírgulas em seu texto; elas geralmente são necessárias quando há mais de um verbo ou quando se quer explicar algo dito anteriormente. Não prolongue os períodos, pois isso torna o texto confuso, use o ponto final!

• Concordância verbal: Concorde verbo com sujeito; se este estiver no plural o verbo ficará no plural. Quando ficar em dúvidas, volte ao sujeito da oração.

Quanto à estilística:

• Frases: Devem estar claras e precisas: nem curtas demais, provocando a falta de informação, nem longas porque faz com que os parágrafos fiquem confusos!

• Repetição: As palavras não devem ser repetidas, afinal, os sinônimos existem para serem usados. Além disso, termos ou ideias repetidas empobrecem o texto e o torna monótono.

• Coerência e coesão: Se começar defendendo um ponto de vista, persista até o final. Nunca coloque elementos contraditórios em seu texto. Também é importante interligar os argumentos, utilizando elementos de coesão, como: então, porém, mas, contudo, entretanto. Não coloque “concluindo” ou “finalizando” na conclusão, porque são termos óbvios!

Quanto à estrutura:

• Dissertação: este texto exige uma introdução, desenvolvimento e conclusão. A introdução aponta o assunto específico a ser abordado; o desenvolvimento deve apresentar argumentos verídicos, comprovados através de exemplos, além disso, o autor deve ter uma visão crítica e reflexiva dos fatos, de forma a persuadir o leitor; a conclusão retoma o que foi dito de forma bastante resumida (um parágrafo), de modo a reforçar o que foi exposto e também propõe uma solução para o problema analisado.

• Narração: A personagem deve viver um conflito; as ações, pensamentos, sentimentos da personagem devem estar ligados a este problema de algum modo. As características físicas e psicológicas da personagem devem estar selecionadas de acordo com o conflito enfrentado. O final da história deve propor o desfecho do problema enfrentado pela personagem.

Releia seu texto e faça sempre esse roteiro de revisão e então verá que sua nota, de aspecto em aspecto avaliado, estará superior a antes!

Por Sabrina Vilarinho

Graduada em Letras

Equipe Brasil Escola


Por que a estética de um texto é tão importante?


Perguntar por que a estética textual é importante em um texto é o mesmo que perguntar por que tomamos banho, lavamos ou escovamos os dentes? É uma questão de cuidado e se a pessoa não costuma fazer isso, é tida como desleixada.

Com a redação também é assim: a impressão que dá quando o corretor vê um texto contínuo, sem pontuação e sem paragrafação, é a de que o escritor não teve o mínimo cuidado ao escrever o texto e tampouco estava se importando com o leitor. É como acontece quando alguém vai receber uma visita em casa e não se importa em deixar as coisas arrumadas.

Além disso, a estética também é quesito de pontuação em qualquer processo seletivo, claro, pois ninguém gosta de ler um texto mal organizado, nem mesmo os que são pagos para isso!

Então, vejamos o que você precisa verificar quanto ao visual de sua redação:

Primeiramente, observe o título e confira se o mesmo está escrito com letra maiúscula inicial, independente do que seja (artigo, preposição). Por exemplo: A abelha Léia. Claro, nomes próprios ou de lugares e siglas são escritos obrigatoriamente em letra maiúscula. Lembre-se que título não possui pontuação final!

Em segundo lugar, veja se todos os parágrafos possuem o espaçamento devido (largura de um dedo) e se todos estão na mesma altura. A paragrafação é fundamental, pois estabelece a estrutura visual que aponta para a divisão obrigatória do texto dissertativo: introdução, desenvolvimento e conclusão. Temos que o parágrafo inicial é a introdução, o último a conclusão e os demais são as argumentações que fazem parte do desenvolvimento.

O mínimo de parágrafos proposto a uma dissertação é de três, um para cada parte do texto. Contudo, é bom seguir o mínimo de 15 linhas e máximo de 30, adotados pela maioria dos vestibulares.

Em terceiro, observe se as ideias estão divididas de acordo com a distinção entre elas, ou seja, para cada nova abordagem, um novo parágrafo. Contudo, é necessário que exista uma ligação entre os argumentos expostos, caso contrário, a coesão não existirá.

Como quarto item, não rasure! Contudo, caso aconteça, faça um risco em cima da palavra e coloque-a entre parênteses.

Por último, observe atentamente sua letra, pois ela é o cartão de visita! Verifique se há alguma letra que não está legível! Não tenha você por base, coloque-se no papel de um leitor que nunca viu um texto seu e analise os termos que realmente podem causar equívocos! Se achar melhor, escreva em letra de fôrma, pois também é aceita em concursos.



Lembre-se que a ilegibilidade pode anular sua redação!

Por Sabrina Vilarinho

Graduada em Letras

Equipe Brasil Escola

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Como corrigir uma redação?


A maioria das correções realizadas é sempre do mesmo modo: o professor risca a palavra com caneta vermelha e coloca em cima como seria o certo. 
Mas a questão é: será que este método de correção é bom e eficaz? 

Não! Esta resposta pode chocar alguns, uma vez que a metodologia adotada acima já está consagrada!

Mas vejamos o porquê: ao tomar esta atitude, o professor cria um hábito errado no aluno: o de não pesquisar e não procurar se aprimorar!

Dessa forma, o aluno não cria autonomia sobre o próprio estudo, se acomoda e acredita que do jeito que escreve está bom! 

Além disso, as palavras corrigidas não serão internalizadas desse modo, já que o “passar de olhos” não cria memória visual ou fotográfica!

Uma vez que o aluno não reflete sobre os seus erros, volta a cometê-los! E não adianta corrigi-lo e indicar a forma correta, pois a estrutura em mente é a errada! Não é certo entregar ao aluno uma redação com tudo já pronto, retificado. Também não é bom que o aluno aponte seus próprios erros e os corrija sozinho. 

Então, o que fazer? O ideal é assinalar o termo que está grafado de forma errada e
colocar um pequeno ponto de interrogação para especificar que não houve entendimento por parte do leitor!

Assim, o aluno irá aprender que precisa pesquisar e idealizar que também é construtor do seu saber. Aos poucos, irá manejar melhor o dicionário; estará mais interessado em ler jornais, pois é fonte de linguagem culta e ficará interessado em saber se na próxima redação, acertou mais e errou menos! 

É importante que o professor cobre a reescrita, pois após a pesquisa o estudante tem a oportunidade de mostrar o que aprendeu e de saber se está de fato correto!

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Fonte:Equipe Brasil Escola

I GINCANA INTERATIVA DESCRITORES SPAECE

  D3 - Quiz por descritor - Port. 9° Ano D3: PORTUGUÊS - 9° ANO - ENSINO FUNDAMENTAL D3: Inferir o sentido de uma palavra ou expressão. 01 (...